Categoria: Notícias
Data: 13/02/2026
Pare e Pense!

Sete cristãos eritreus estão presos há mais de 20 anos por causa da sua fé. Acredita-se que muitos se encontrem no Centro de Investigação Criminal e Interrogatório Wengel Mermera, de máxima segurança. Nenhum teve direito a representação legal; nenhum foi formalmente acusado, julgado ou sentenciado.

Os cristãos que perderam a liberdade por causa da sua fé em Cristo são:

  • Reverendo Gebremedhin Gebregergis — ministro muito respeitado, com um ministério dedicado a tornar o Novo Testamento acessível numa língua local. Viúvo e pai de seis filhos.

  • Dr. Fitsum-Berhan Gebrenegus — pastor e antigo diretor de psiquiatria num hospital psiquiátrico de referência. Viúvo e pai de um filho.

  • Reverendo Dr. Tecleab Menghisteab — médico, sacerdote ordenado e teólogo; também ensinou o Novo Testamento numa língua local. A sua esposa e filhos vivem no exílio.

  • Pastor Meron (Million) Gebreselasie — pastor e anestesista num dos principais hospitais da Eritreia.

  • Dr. Kiflu Gebremeskel — pastor sénior, líder e ex-professor universitário de matemática; é casado e pai de quatro filhos.

  • Pastor Kidane Weldou — pastor sénior, casado e pai de quatro filhas; foi membro dos Gideões Internacionais na Eritreia.

  • Sr. Haile Nayzgi — líder de igreja e esposo; a sua esposa e três filhos fugiram do país após terem recebido avisos e ameaças de prisão dirigidas à esposa.

Situada junto ao Mar Vermelho, a Eritreia é governada por um regime totalitário que procura controlar todos os aspetos da vida. Poucas religiões são permitidas e o governo exerce um controlo apertado sobre as igrejas autorizadas.

Estima-se que cerca de 2 000 cristãos eritreus estejam detidos, mantidos em esquadras, campos militares e prisões em 12 locais identificados no país. Alguns dos detidos permanecem em contentores metálicos, expostos a condições desérticas extremas durante anos. Sem contacto com os seus familiares, as famílias desconhecem o estado e o paradeiro dos seus entes queridos.

Junte-se a nós em oração pela sua libertação.

Fonte: A Voz dos Mártires EUA; Voices for Justice; Religious Liberty Partnership



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